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kkkkkkkkkkkk - 21/12/2006


Por Desassistidas às 08:42:14 |
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teste - 15/12/2006

Por Desassistidas às 15:09:57 |
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Mudamossssss - 19/09/2006
É com muita alegria que informamos nossa mudança de endereço:
http://www.desassistidas.blogspot.com/
http://www.desassistidas.blogspot.com/
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http://www.desassistidas.blogspot.com/
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Venha conhecer nosso novo blog.
Abraços,
FE-RO-THA
Por Desassistidas às 17:16:31 |
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Continuando a série... - 18/09/2006

Para fugir daquilo que julgam imagem delicada, alguns homens acabam por se tornar assassinos.
Não, não falamos de estatísticas de crimes hediondos, mas de um tipo mais frugal: o homicida do bom gosto.
Homens não carregam bolsa, é um golpe duro para sua masculinidade. Apesar de nós, mulheres, emprestarmos do guarda-roupa masculino algumas peças como a calça, a turma do cromossomo y se recusa a fazer o mesmo. Ante tal resistência (ímpar na historia, nem ditadores tiveram tamanha fibra), eles inventaram alguns dos maiores pesadelos que a moda já assistiu, como por exemplo, a prótese de glúteo, popularmente conhecida como carteira. Quem nunca encontrou um homem de meia bunda? Ou então, um cara com um varal high-tech na cintura?
Não podemos esquecer, é claro, do desestimulante mocassim preto com meia branca e daquele acessório com crise de identidade: a famigerada pochete, que não sabe se é bolsa, carteira ou cinto.
Sim, pois os bofes não aniquilam suas chances só com frases “de efeito”: uma sunga cavada verde limão também pode colaborar muito. Aguardem...
Por Desassistidas às 18:02:48 |
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Certo e Errado - 15/09/2006
Saia ou calça. Vestido ou camiseta. A roupa é uma forma de comunicar ao mundo um pouco da sua personalidade. Pouco importa o que dita a moda, pois as melhores coisas da vida não dependem de roupa (e poderíamos citar algumas que nem são feitas com roupa).
Falar de moda sem fazer a indefectível lista de certo e errado é como fazer uma omelete sem ovos: impossível.
Portanto, para encerrar a primeira parte de nossa série sobre este assunto de suma importância, publicaremos nossa listinha básica de gafes e acertos observados pela redação.
Geralmente esse tipo de artigo vem acompanhado de fotos, mas a gente gosta mesmo é de contar historinha (talvez não as ouvimos o suficiente na infância, seria um trauma? Bom, isso fica pra uma outra série), então, nossa lista de certo e errado é mais uma lista de causos, por assim dizer.
Cenário: um show de rock. O público: homens de preto. Não os do filme, mas uma legião de barbados com camiseta do Black Sabath e bandas do tipo Death Fornication Undone. Nossa redatora: achou conveniente estrear seu vestido amarelo. Resultado final: uma serenata. Nossa redatora foi saudada pela turma do pretinho básico com os singelos versos da canção “Meu Pintinho Amarelinho”.
Errado: é sempre bom adequar a vestimenta ao evento, uma questão de conforto.
Certo: pouco importa o que os outros vão pensar, vestir o que se está afim é uma boa maneira de mostrar personalidade.
Luau acontece em praia, certo? Na praia, o piso é a areia fina, portanto, fofa, certo? Se a areia é fofa, o mais lógico é usar uma sandália baixa, tipo chinelinho, certo? Então perguntamos: por que mesmo de posse dessas informações, nossa redatora continuou apostando no salto alto? Em sua defesa, ela alega que era o único sapato disponível.
Errado: peruagem tem limite.
Certo: se você só tem um sapato, não vai ficar em casa por causa disso, não é mesmo?
Praias e paetês: ao nos depararmos com donzelas vestidas com paetês na beira do mar (e numa baladinha comum, não de virada de ano), nos perguntamos: onde foi parar a simplicidade e naturalidades tão associadas ao verão?
Errado: peruagem, já dissemos, tem limite.
Certo: se você está afim de sair de paetês, por que não sair de paetês? Está ferindo a Constituição? O universo vai entrar em colapso? A Bovespa vai operar em baixa? O risco Brasil vai aumentar?
Considerações finais: o vestido ultrajusto e a roupa íntima. Devido à repercussão fenomenal da ausência de certa peça de roupa de uma atriz num evento, achamos pertinente tocar no assunto. Afinal, que mulher já não se viu diante do dilema: “meu vestido é super justo e minha lingerie aparece, o que fazer?” Há quem se sinta à vontade andando livre, leve e solta, assim como quem não gosta de criar o bicho solto e sente falta de um anteparo entre a área de lazer e o mundo. Alguns médicos até recomendam a ausência de calcinha para melhorar as condições de ventilação e circulação da região. É uma questão de opção, recomendamos apenas cuidado para não mostrar mais que as curvas para um público que não pediu pelo show. E deixamos registrado o desapontamento de nosso velho conhecido MinoWando (o colecionador de calcinhas), com essa prática.
E a Desassistidas Fashion Week segue na próxima semana com um verdadeiro tratado sobre o guarda-roupa dos bofes.
Por Desassistidas às 10:40:03 |
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Saia curta ou calça comprida, continua a questão... - 14/09/2006
Passaram mais alguns anos e a calça ficou manjada. Às mulheres decidiram que o que às deixaria atraentes de verdade era ter o corpo à mostra. Tiveram a idéia de aumentar o decote e diminuir o comprimento da saia. Para as mulheres com o corpo desprovido de gordura na parte abdominal e para as que não se importam com os excessos, seria essencial que diminuísse o tamanho da blusa também. Então agora, mulher poderosa é aquela que além de se equilibrar no salto alto, esta vestida com pouco pano.
A calça, que foi tão importante para a construção do pensamento feminino hoje é arma masculina. Somos obrigadas a ouvir como argumento masculino (leia-se namorado machista, porque nenhum homem em sã consciência fala isso para uma mulher qualquer) que, já que a calça existe, porque usar saia?! E o que é pior, ver a menina trocar de roupa. Realmente, os homens não têm o direito de mandar sobre qual roupa a mulher vai usar ou deixar de usar. Mas no momento, não é nisso que esta a nossa discussão, e sim olhando para a submissão feminina.
ALOOO... E daí que eles querem ou acham isso ou aquilo... Se o que te alegra é a saia ou a calça, vista e seja feliz. Ser bibelô é coisa do passado, vamos acordar para a realidade. O problema não é se eu posso ou não usar essa ou aquela roupa, mas sim aquilo que me faz sentir bem!
E se o “amor da sua vida” não gosta, problema dele, minha cara. Por mais clichê que seja, “se vocês se gostam de verdade” não é o cumprimento da saia que vai acabar com isso. E se for, é porque não vale a pena.
Não importa a peça da SUA preferência, seja você mesma, e não o que ele quer, mas sim o que você deseja. Não que ele esteja errado em tentar mudar, mas você está errada de não lutar por algo que você considera importante.
E viva a calça justa e a saia curta!
Por Desassistidas às 09:23:34 |
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Roupa! Por Favor, não sai de casa sem ela. - 13/09/2006
Saia curta ou calça comprida, eis a questão!?
Há muito tempo atrás, mulheres usavam apenas vestidos. Decotes enormes para às mais atiradas e gola até o pescoço para às mocinhas bem comportadas. Ainda na parte de cima, tínhamos o famoso espartilho, muito útil para que o corpo ficasse super modelado e perfeito e nada agradável para o sistema pulmonar.
O comprimento não era nada variado sempre até o pé: quanto mais tapado melhor, super rodados e gigantescos.
Talvez por isso não se dançasse muito agarrado e nem era costumeiro o abraço entre as pessoas, porque chegar perto do corpo da mulher era um tanto quanto complicado, principalmente entre duas mulheres. Também é relevante, em relação a dificuldade, o uso do espartilho, afinal, era praticamente, impossível se mexer.
Mas os tempos realmente eram outros. A música não pedia movimentos muito bruscos, os salões eram amplos e a sociedade não tolerava uma aproximação muito intensa. Às mulheres tinham como preocupação apenas agradarem os homens de sua vida. Primeiro o pai, depois o marido. Elas tinham que ser bonitas, prendadas e todos os adjetivos bons imagináveis, para que pudessem agradar o pai na escolha de um marido ideal (o que aconteceria se ela fosse a mais perfeita possível) depois o segundo homem, o marida, onde ela seria praticamente empregada, a não ser que ele fosse um homem de posses, que aqui na nossa história será. Então, ela teria como preocupação apenas a beleza física, para que o marido pudesse então desfilar com sua aquisição.
Beleza interior e inteligência não eram vistas com bons olhos, afinal, a mulher não precisaria pensar, não deveria sentir prazer (que pecado), não poderia participar. Era apenas um bibelô, do qual o homem se orgulharia profundamente por ter tomado posse para que fosse a mãe dos seus filhos. Coitada!
Com o passar do tempo o comprimento das saias foi diminuindo, e o diâmetro também, pois elas estavam agora mais coladas no corpo, mostrando um pouco das curvas. Foi a época do tailler. Mas é uma pena, pois elas ainda continuavam sendo às formiguinhas para os malvados homens.
Mas a mulher começou a notar que ela tinha cérebro! Ela era um ser pensante como qualquer outro que usava calças. E para se equiparar socialmente a eles, lutaram pelo direito de usarem calças. Era como se dissessem: “use calça e mostre a mulher poderosa que você é!” Enfim, a calça se difundiu pelo mundo como mais um artigo do guarda roupa feminino. Agora, nada mais atraente que usar calça, afinal, nessa época, os homens já procuravam mulheres que tinham um assunto mais interessante que a cor do vestido que elas encomendaram na modista. Então, que tipo de mulher eles prefeririam?!
Por ser muito ampla, a questão continua amanhã!
Por Desassistidas às 08:57:42 |
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Desassistidas Fashion Week - 12/09/2006
Com que roupa eu vou?
Desde o momento em que é expulso do lugar quentinho e confortável que é a barriga de sua mãe até o dia em que estica suas canelinhas o ser humano se ocupa de uma tarefa: parecer totalmente diferente daquilo que é.
Os mais magros querem ficar mais gordos, os mais gordos, mais magros. Os mais altos, mais baixos, os mais baixos, mais altos. Descolados, tradicionais, modernos, conservadores: para cada gosto, um estilo.
Quilos de maquiagem, saltos altos, tinturas, ternos, gravatas, cintas, plásticas e a cada década aumentam em progressão geométrica os recursos para nos diferenciar uns dos outros, tornando-nos mais próximos do padrão vigente.
A ferramenta mais tradicional, no campo da transformação, é claro, a moda.
Mas como tirar o máximo proveito das roupas para criar um estilo único e pessoal? Salto agulha ou sandália rasteira? Saia jeans ou calça? Chega de dúvidas, busque a solução para seus problemas de moda na:

Um guia sobre moda baseado em nada.
Por Desassistidas às 08:55:15 |
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DEVOLUÇÃO NO MUNDO ENCANTADO?!?!?!? - 08/09/2006
Ai, ai desassistidas... preciso urgentemente da ajuda de vocês! To cansada desse mundo, dessa vida, mas principalmente do marido que eu arranjei...
Era uma vez, eu trabalhava para a minha madrasta e minhas duas meia-irmãs. Eu lavava, passava, cozinhava, cuidava de todos os afazeres domésticos, e mesmo trabalhando como um cavalo, não me sentia tão exausta.
Mas fiquei sabendo que haveria um baile na cidade, onde o príncipe encantado esperava todas as jovens do reino, para que pudesse escolher com qual delas iria casar-se. Vocês sabem né, o ser humano aqui acha tudo lindo, que tudo vai dar certo... Praticamente dei minha vida para estar nesta festa. Eu estava linda, ele também. Foi tudo maravilhoso. Me senti assistida pela primeira vez na minha vida.
Bom, como todo mundo sabe, eu tinha hora pra voltar pra casa (porque os melhores momentos são os que têm a duração mais curta, grrrr???). Saí correndo. Foi tão legal ver a cara de assustado dele me vendo ir embora. Mas eu tinha tanta pressa que acabei deixando meu sapatinho no chão. E VOCÊS ACREDITAM QUE ELE PROCUROU CALÇAR O SAPATO EM TODAS AS MULHERES DO REINO?? É mesmo, ele se esforçou. Me senti assistida pela segunda vez.
Nos casamos, meu suplício começou e ai tudo mudou. Descobri o quanto eu estava desassistida. O meu príncipe não fica comigo. Ele passa mais tempo no bar com os amigos que comigo. Para mim ficam apenas os afazeres. NÃO AGUENTO MAIS ORGANIZAR FESTAS, RECEPÇÕES, REUNIÕES. Me dá calafrios lembrar o dia que precisei providenciar uma banheira com rodinhas para a Ariel e uma cadeira gigante para o Shrek e a Fiona. Enquanto isso, o meu "PRÍNCIPE" fica por ai com os outros "PRÍNCIPES", voltando pro castelo todos os dias com aquela musiquinha irritante que ele aprendeu com os sete anões: "eu vou, eu vou, pra cara agora eu vou, parararatimbum"... grrrrrr.
O grande problema é que, de todas as princesas, só eu me importo. A princesa Aurora (Bela Adormecida para os leigos) vive dormindo e a Branca de Neve ainda sofre seqüelas por causa da maça envenenada. Feliz mesmo é a Yasmin, que vive num tapete a voar e a Bela, que depois que libertou a Fera do feitiço, só recebe carinhos e presente... Mas coitada, mal sabe ela que isso já já acaba!
Eu pensei muito, e cheguei a conclusão que quero devolver esse "PRÍNCIPE". E De agora em diante vou ouvir mais as Desassistidas PORQUE PRÍNCIPE ENCANTADO NÃO EXISTE... TO INDO PROCURAR MEU SAPO!!!
Por Desassistidas às 08:42:11 |
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Balcão de Devolução - CASO 2 - 06/09/2006
Bom, tudo começou no dia 9 de Junho de 2006, na verdade começou antes... o personagem (Dr. Y) malhava na mesma academia que eu... porém era noivo de uma fulana lá, nunca me cantou nem nada, só conversávamos quando eu ia pra maldita esteira...
Tá, certo dia, encontro-o indo pro mesmo lugar que eu e vamos conversando, ele me dá o telefone dele e eu dou o meu pra ele, ele me liga e descubro que ele é advogado. Tá, ficamos algum tempo conversando, a esta altura nem lembrava que ele era noivo quando treinava lá, mesmo porque eu nem malhava mais lá naquela academia. Aí ficamos de marcar algo pra fazer, mas acabei até esquecendo... Certo dia, o pai da minha filha me irritou, e como ele era advogado, liguei pra ele pra, pra ver como dar entrada nos papéis de pensão alimentícia e blábláblá... era uma sexta, o dia 09/06/2006, ele então me convidou pra sair à noite, aceitei, fomos à uma adega, e tomamos duas garrafas de vinho...
Aí, já viu, né? Ficamos... e depois lembrei de perguntar da fulana, ele me disse que tinham terminado...
Bom, começamos a nos falar com uma certa freqüência e nos vermos nos finais de semana... até o dia q ele me chamou pra uma assistir o jogo do Brasil na casa dele, porque ia rolar um churras, chegando lá estava a família toda... aí já tava confirmado namoro, né? Ele também foi a minha casa, conheceu minha família e tudo aquilo....
Bom, ele deu algumas pisadas de bola, mas tudo muito aceitável, até ontem, quando eu viro pra ele e numa brincadeira inocente pergunto: “E ai mor, já vai vencer o contrato de experiência, três meses, heim?”
Nossa ele se transformou, começou a dizer que não vai fazer nada forçado, que namorou nove anos e não casou... sabe? Um monte de bobagens, como se eu tivesse falado pra ele marcar a data do casamento... e, não satisfeito com toda a grosseria, ainda disse que salva as ligações da ex no celular dele e salva os e-mails que ela manda também! É mole ou quer mais? Ele disse que salva porque ela fala pra todo mundo que ele vive atrás dela e ele quer provar que não é nada disso. Ô, desculpinha, né?
Só que o pior é que já envolveu a p* (com o perdão da palavra) da família...
Tô mais perdida que cego em tiroteio... não sei o que fazer: terminar tudo antes que ele volte pra mocréia e eu sofra ainda mais? Deixar passar e ver no que vai dar? Simplesmente sumir e ver o que acontece? Ai, o que fazer?
Querida,
Quantas dúvidas...mas para elas, digo apenas uma coisa: dê tempo ao tempo.
O bofe ainda tem coisas mal resolvidas com a ex, mas, como disse, ela é EX, passado, você é o presente. Sim, a reação dele foi exagerada, sim, ele pisou na bola, mas não diria que é caso para rescisão de contrato. Percebo também que você não está segura em relação ao seu status junto ao bofe: você não tem muita certeza de que são namorados, estou errada?
O relacionamento de vocês é muito novo para neuras, deixe-as num cantinho (quem sabe naquele mesmo lugar onde você guardou as polainas e demais vestimentas dos anos 80?).
Inseguranças são normais, todos nós as temos, mas não podemos nos deixar paralisar por elas. A vida é cheia de riscos e cabe a nós, enfrentá-los. Se vocês estão juntos, é porque com certeza viram qualidades um no outro. Por que ignorar isso agora?
Não fique imaginando o que pode acontecer, você dificilmente irá acertar. Viva o momento, é o que recomendo.
Só pra encerrar: não vamos nós, mulheres nos referir umas as outras com adjetivos como mocréia, v*, etc, é o fim. Além de extremamente deselegante, estaremos dando liberdade aos bofes para nos aplicar os mesmo adjetivos. Ela não te fez nada, é apenas a ex e passado, todos nós temos, inclusive você.
Rebecca Cristina – doutora em Filosofia de Almanaque, autora do livro “Coração de Mulher é que nem Circo: Sempre há Lugar pra mais um Palhaço”.
Minha filha,
Pare de procurar pêlo em ovo. O cara tá contigo, não tá? Você está com ele não está?
Então estamos conversados. Quem gosta de fazer previsão ou é metereologista ou a Mãe Dinah (e ela, todo mundo sabe, não acerta nem data de aniversário).
Maiquel Douglas - Phd em rolos e crises existenci
Por Desassistidas às 14:48:55 |
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Como prometido: CONCEIÇÃOOOOOOOO - 05/09/2006
(Des) prezada desassistida:
O seu problema é realmente um caso que requer atenção, porém, da sua parte, ou seja, você vai ter que mostrar para esse cromossomo y cibernético, a mulher que ele tem dentro de casa, ou do contrário, é melhor você arrumar suas malinhas e correr atrás das coisas como qualquer solteira faz, afinal de contas, pela lei, você ainda possui o título de mulher solteira. Mas você já parou p/pensar por que será que ele passa intermináveis horas jogando? O que será que a musa do "TOMB RYDER" (jogo que ele deve conhecer) tem que você não tem? Será que ele não encontrou nesses jogos uma forma de preencher algo que talvez você mesma deixou a desejar? Por isso é bom pensar nessas hipóteses, mas, nessa história toda quem está precisando de ajuda é mais ele do que você, o pobre coitado na verdade não confia no próprio taco. Nunca passou pela sua cabeça que você possa ser muita areia p/caminhão dele? Homens mais velhos, muitas vezes sentem-se inseguros com mulheres mais novas, tem medo de que não possam dar conta do recado, o que seria uma vergonha para essa classe tão conhecida por seus atributos viris, não é mesmo? Por isso, se você está cheia de amor p/dar e ele não comparece a muito tempo, então querida desassistida, o problema não é você, é ele, ele sabe que se ele "falhar" no jogo, pelo menos a máquina não vai rir da cara dele... e se você é apaixonada e não pensa abrir mão disso, então comece a agir já! O primeiro passo é se valorizar, nada de auto-estima baixa, faça uma avaliação das suas potencialidades, olhe-se no espelho e tenta enxergar que tipo de mulher é você, quando você encontrar essa mulher, essa é a mulher que o dito cujo está querendo e vai abandonar os jogos na hora.Depois que você descobrir suas qualidades e virtudes, reavalie os seus defeitos, e veja aonde os seus erros são mais comuns e elimine-os da sua vida. Por último, essa paixão não pode ser maior do que seu amor próprio, se achar que você não faz mais diferença, "FAÇA A DIFERENÇA". Mostre a ele que você possui muito mais o poder de hipnotizá-lo do que os jogos eletrônicos, faça-o descobrir que os "jogos sexuais" são muito mais interessantes e o melhor de tudo,nesse jogo ninguém perde, os dois sempre vencem no final. Porém se todos os esforços forem em vão e a mente nerd dele não captar a mensagem, parta p/outra ou melhor p/outro...tem muita gente bacana por aí que sabe realmente como valorizar uma mulher, é difícil de achar, mas sempre tem, se você se permitir, vai acabar conhecendo pessoas interessantes, que não jogam e que não brincam com os sentimentos alheios e que irão lhe dar o que você merece.
Conceiçãooooo - Assistente Psicológica em casos graves de desassistencia.
Por Desassistidas às 14:06:02 |
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Balcão de devolução - CASO 1 - 04/09/2006
Semana passada, recebemos muitos pedidos de assistência em nosso balcão de devoluções. Acionamos nossos assistentes para atender às solicitações com urgência.
Leiam o primeiro caso dessa semana. É um relato dramááááááático de um triângulo amoroso, conheça o caso:
Eu, ele e o micro – a história de um cromossomo y digital
Amadas olá!
Eu sou a XXX do blog YYYYY, enfim, estou aqui pq acho que se não fosse trágico seria cômico o meu caso (e pq tb estou sem absolutamente nada pra fazer e quem sabe alguém me ajuda a entender a mente psicótica do cromossomo "Y" em questão).
Tenho SÓ 22 anos e estou morando há um ano com uma pessoa (é homem tá...normalmente quando se usa o termo "uma pessoa" tratasse de uma pessoa do mesmo sexo, ah se fosse pelo menos acho que não me daria tanto trabalho...), um homem mais velho de 36 anos JÁ, e um ano de convivência me confere o título de esposa mesmo que informalmente mas, enfim, estamos juntos, quer dizer, eu estou com ele pq ele está sim com o micro dele, explico. Casei com um nerd que joga bestialmente exatas 20 horas por dia de jogos on-line, isso mesmo, ele só pode ser maluco!!!
Isso já gerou crises incomensuráveis entre nós dois, e por incrível que pareça faço menos diferença que o computador dele, se saio sozinha com meus amigos e propensa a receber qualquer abordagem de um estranho ou alguém interessado em prestar devida assistência ele simplesmente não se importa nem nada, mas se faltar energia durante uma partida do maldito jogo de rpg ele simplesmente dá um ataque histérico e xinga até a quinta geração dos técnicos de energia.
No momento estamos em um momento crítico, isso mesmo, já falta sexo, em um ano e já falta sexo, ele diz que é algo comigo, com meu corpo que ele ta acostumado com meninas magras, desculpem o termo, mas...PORRA NENHUMA...primeiro ele se enxerga pra depois me criticar, só tenho meus 22 aninhos, to bem graças a Deus e ele lá com aquela barriguinha de chopp que em nada me atrapalha afinal gosto de tipinhos gordinhos (não me perguntem pq!).
Meu único problema é que sou apaixonada por esse ser de outra dimensão e sinceramente tenho me odiado por isso, já perdi muito da minha auto estima afinal já não faço mais diferença e todas vcs sabem a importância que uma boa foda tem na vida de uma mulher, se eu fosse solteira tudo bem afinal corre-se atrás de tudo na vida, mas estando casada eu sou dispensada ainda mais por um micro?!
Avaliem, façam o orçamento e me mandei o diagnostico, se der perda total vai ser uma pena mas fazer o que neh!
Bjo minhas queridas...
Querida XXX,
Você precisa reforçar sua auto-estima, exercitar a mulé-gostosa que vive dentro de você! Aproveite que o bofe vive com a fuça no computador e se tranque no quarto. Que isso, menina! Não estou sugerindo que você se entregue ao prazer solitário ao som de côncavo e convexo. Mas sim, que você reúna as músicas que mais gosta e dance muito, musicas que lhe inspirem idéias sobre uma existência gostosona do seu ser. Dance muito, é um exercício mental e físico, uma faxina de tudo que te oprime.
Agora, querida, esse rapaz deve ter um enooooorme caráter. Pensou besteira, né? Sabe que eu também? Porque sinceramente, só ele sendo muito bom na horizontal, vertical diagonal e etc para justificar esse estado letárgico em que você se encontra, onde aceita ofensas e falta de atenção. Mas você diz que já não rola nem rala nada há tempos...
Então não entendi, desenha, por favor: o cara é grosseiro, não tem conversa, pois passa a maior parte do tempo jogando e é barrigudo.
O QUE TE PRENDE A ESSE HOMEM, MINHA FILHA?
Amor? Tenho minhas dúvidas, pois suas palavras em relação a ele sugerem tudo, menos amor. Diria que você tem medo: de ficar sozinha, de recomeçar, de arriscar. Não tenha medo do novo! Aliás, na minha opinião, quanto mais novo, melhor (só não vai cometer pedofilia).
Tem tanto bofe por aí esperando um carinho seu...
E da próxima vez que ele falar que o problema é o seu corpo, responda que sim, é isso mesmo: falta algo no meio das pernas para agradar esse palhaço! E tenho dito!
Como você deixa ele falar assim contigo? COOOOOOMO? Não se humilhe, não aceite que um mané qualquer despeje suas inseguranças em você.
Uxi, me estressei, homem babaca me irrita!
Rebecca Cristina – doutora em Filosofia de Almanaque, autora do livro “Coração de Mulher é que nem Circo: Sempre há Lugar pra mais um Palhaço
Devido à gravidade do caso, resolvemos encaminhar nossa leitora para o
DIVÃ DA CONCEIÇÃO
UTI Psicológica para casos graves de desassistência
Acompanhe amanhã a sessão de descarrego e psicanálise com nossa diva psicóloga.
Conceiçãooooo...
Por Desassistidas às 13:35:24 |
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PARECER TÉCNICO - 31/08/2006


Por Desassistidas às 17:06:59 |
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Balcão de Devolução - 30/08/2006
CASO: PRAZO DE VALIDADE VENCIDO
O cara que estou devolvendo esta com a "Validade Vencida", pois há três anos estamos de rolo...e eu já aprendi que quem vive de rolo é papel higiênico!!!
Fazemos parte de uma mesma turma de amigos e num certo dia ele me ensinou a dançar uma dança típica da minha região...o que eu não esperava aconteceu...fiquei afim dele...começamos a ficar...e eu estava muito feliz, pois descobri que tínhamos muitas coisas em comuns. Somos do mesmo signo, tínhamos celulares iguais e o toque no celular era igual::: "Sweet Child O' Mine" do Guns N' Roses que na minha adolescência eu amava de paixão e até hoje ainda gosto e ele gosta muito também, tem todos os cd's...há pouco tempo descobri que ele não gosta de camarão, que não pode sentir nem o cheiro e acreditem eu também sou assim, odeio o cheiro e o gosto do camarão com todas às forças do mundo, seria perfeito!!!
Imaginem: eu NUNCA ter que cozinhar camarão! No inicio do nosso "rolo", ficamos várias vezes seguidas, depois a freqüência foi diminuindo, e muito, mas a vontade era cada vez maior ao ponto que eu nunca conseguia ficar com ninguém na frente dele quando saia com esta turma...até o dia que voltamos a ficar em uma sexta-feira, ele estava bem cansado e teria que trabalhar no sábado pela manhã bem cedo, então não segurei ele por muito tempo achando que o mesmo me procuraria em breve, mas que nada, nem se quer me deu um mínimo toque no celular, voltamos a nos encontrar na terça-feira seguinte, e ele fez de conta que nada havia acontecido entre a gente...
Após esta singela atitude da criatura em questão, vejo que não existe outra solução se não a de devolver o CRETINO por motivo de validade vencida, ou seja, já deu o que tinha que dar!
O mundo dá voltas e eu vou partir pra outra!!!
Esse caso dramáááááático precisou do parecer de dois assistentes especializados, os pareceres serão publicados amanhã.
Estamos recebendo muitas devoluções de assistentes, todos os casos receberão pareceres e serão publicas na próxima semana. Você também pode participar, é só encaminhar a sua mercadoria para a assistência técnica através do e-mail (desassistidas@gmail.com).
Por Desassistidas às 15:56:27 |
Comentários (27)
RESULTADO DA PESQUISA: - 29/08/2006
DESCUBRA SE VOCÊ ESTÁ DESASSISTIDA
Minha cara, se você se deu ao trabalho de pegar lápis e papel para fazer essa pesquisa é porque está faltando algo. Portanto, se assinalou QUALQUER UM DOS ITENS do questionário você está desassistida.
Mas será que seu caso é perda total ou é preciso trocar apenas a rebimboca da parafuseta? Para ajudar você a descobrir qual o “x” da questão, Desassistidas oferece o inovador serviço de consultoria:
BALCÃO DE DEVOLUÇÕES
Dificuldades com um portador do cromossomo "Y"? Esse é o lugar pra reclamar e exigir seu tempo de volta! A numeração está errada? Problemas com o desempenho, com o prazo de validade? Conte aqui o seu caso. Nossos assistentes foram especialmente treinados para lhe ajudar!
Não se envergonhe minha cara: Quem não dá assistência, abre espaço para a concorrência!
Mande sua história para: desassistidas@gmail.com
No título, escreva a opção em que você se enquadra:
PRAZO DE VALIDADE VENCIDO
NÃO TEVE O DESEMPENHO ESPERADO
DEFEITO DE FÁBRICA
FORA DA GARANTIA
Amanhã acompanhe o depoimento dramááááááático de uma desassistida que nos procurou pedindo ajuda. Mas já prepare um lenço para enxugar as lágrimas, pois o relato contém passagens fortes e um conteúdo com altas doses de desassistência.
Por Desassistidas às 10:43:43 |
Comentários (13)
ESTAR OU NÃO ESTAR - 28/08/2006
Algumas leitoras têm nos procurado, pois estão vivendo um dilema digno de Hamlet, mas nessa versão pergunta é: estar ou não estar?
Por isso, responda a este questionário e DESCUBRA SE VOCÊ ESTÁ DESASSISTIDA.
Uma pesquisa de cunho social e antropológico, fundamentada em NADA a não ser a nossa curiosidade. Não espere conclusões jungnianas ou freudianas, apenas sorria, olha o passarinho!
1.Defina seu estado civil, nesse momento você possui um:
a.Conversante
b.Ficante
c.Fincante
d.Namorado
e.Marido
f.Ih... sei lá...vamos mudar de assunto?
2. Como imagina você e seu dito cujo daqui a dois anos?
a.Escolhendo o nome do primogênito
b.Numa casinha de sapê
c.Apenas você e uma garrafa de saquê
d.Escolhendo qual o tipo de morte mais dolorida para aquele cafajeste, dissimulado, &*¨¨(¨(¨(*$%#!!
3. Receber um telefonema é:
a.Algo corriqueiro na relação
b.Sinal de problema
c.Minha mãe querendo saber a que horas chegarei em casa
d.É como ganhar na loteria, sempre acontece com outros, nunca comigo
4. No seu aniversário ele:
a.Me deu parabéns
b.Apareceu com um buquê com minha flor preferida, colhido diretamente do meu jardim
c.Bem que eu queria que ele lembrasse...
d.Fala sério que aquele @#$%¨ teria a capacidade de lembrar do meu aniversário
5. Qual a frase mais inteligente que você ouviu de um homem nos últimos tempos?
a.Mais notícias durante a nossa programação, boa noite!
b.Identidade, por favor.
c.Já escolheu seu pedido?
d.É problema na vedação do liame, dona.
Marque suas alternativas no caderninho que a resposta vem na próxima coluna. Mas não roa as unhas, vai estragar aquela francesinha que você fez no fim de semana!
Por Desassistidas às 13:43:55 |
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Sortidos - 25/08/2006
Continuando a série HOMENS SORTIDOS!
Fogos de artifício
Ele é uma explosão de cores que toma conta do seu céu! Pena que dure apenas alguns segundos...
RISCO EMBUTIDO: querida, algum carinha já coloriu o seu céu e você não se apaixonou? É altamente arriscado, pois a intensidade de sua aparição é proporcional à efemeridade. Logo, você ficar apaixonada por fumaça é uma grande possibilidade.
PORQUE FAZER: porque vale a pena se deixar levar enlouquecida pelos encantos de um homem que faz você perder o juízo e esquecer o endereço de casa!
DEVO, ENTÃO? Se você é da turma cuja fila não anda, faz cooper, tudo bem. Mas se você tem um lado heroína romântica que cultiva o amor pelo falecido, nós avisamos: melhor não arriscar!
PP
Não vamos colocar aqui o significado da sigla, pois temos um problema de censura e o blog seria bloqueado por algumas fire walls da vida. Mas ele é facilmente identificado pelo apego excessivo ao seu automóvel ou qualquer bem material. Possui um comportamento exibicionista e um ego de proporções gigantescas (talvez para compensar certas ingratidões da natureza...) Na verdade, diríamos que o Homem PP é mais um jeito de ser do que uma característica física, já que sabemos de casos de muitos homens PP, mas de proporções anatômicas generosas.
RISCO EMBUTIDO: como o sujeito tem amor demais pelo carro e de menos pela parceira, logo, logo você vai estar se sentindo a última das criaturas, pois não recebe a atenção que merece do seu assistente.
PORQUE FAZER: Ainda não sabemos o que motiva algumas mulheres a se envolverem com tipos exibicionistas e narcisistas. Baixa auto-estima é nosso palpite mais forte.
DEVO, ENTÃO? Sinceramente? A gente acha que você não deve não.
Diretamente do Mundo Encantado
Ele é lindo, perfeito, aparece toda à noite nos seus sonhos, onde ele te acorda com um beijo, café na cama todas as manhãs, a casa impecável porque ele acordou mais cedo pra arrumar e depois do café, uma voltinha no seu cavalo alado sempre cai bem...
RISCO EMBUTIDO: amiga, você pode acabar em um manicômio se continuar insistindo que ele existe...
PORQUE FAZER: porque você está muito desiludida com os homens, não acredita que alguém ainda vá te fazer feliz...
DEVO, ENTÃO? Sinceramente? ACORDAR!!! Continuamos com a mesma frase clássica: Príncipe encantado não existe! Prefiram os sapos, pois não temos escolha!
Por Desassistidas às 17:18:48 |
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Sortidos - 24/08/2006
DESASSISTIDAS INFORMA QUE A INGESTÃO INCORRETA DE HOMEM PODE TRAZER DANOS A SUA AUTO-ESTIMA.
Homem é a melhor coisa que inventaram depois do sutiã de bojo, mesmo sabendo disso, a mulher moderna contemporânea atual dos dias de hoje deve manter seus olhos bem abertos para não comprometer seu currículo com alguns tipos que não merecem mais que um cinema (já dizia Paula Toller em Os Outros). Usando nossa vasta (bem, não tão vasta assim) experiência e embasadas cientificamente em “nothing”, listamos aqui alguns bofes que devem ter participação restrita em sua dieta amorosa. Escolha à vontade, mas não se esqueça de nosso conselho: consuma com moderação!
Onda
Ele vai e volta. Vem e vai. Como uma onda no mar, está sempre a lamber a sua costa (no bom sentido ou não), enchendo sua maré para depois se retrair, deixando você e sua cara de nádegas esperando a próxima maré alta. Pode ser um ex-namorado, um ficante esporádico ou um postulante a ficante.
RISCO EMBUTIDO: nessas idas e vindas, já disse o Nenhum de Nós, o amor enfraquece. Você vai ao menos pegar uma cadeirinha para observar a maré?
PORQUE FAZER: é como assistir a “Curtindo a Vida Adoidado” na Sessão da Tarde, não vai lhe acrescentar nada, mas você tem certeza que o filme vai ser divertido.
DEVO, ENTÃO? Você que sabe, minha filha....
Erótico-selvagem
No começo, ou melhor, nos primeiros 5 minutos você pensou “uau, que homem viril!”, mas de repente você se viu estrelando um funk e descobrindo o que significa "muita pressão”.
RISCO EMBUTIDO: você cair na gargalhada com as frases de efeito que ele usar (e ele vai usar, não duvide).
PORQUE FAZER: você tem uma curiosidade desmedida? Pois é, nós também. Quer sabe até onde ele pode ir? Tudo bem, vai lá, confere e depois conta pra gente.
DEVO, ENTÃO? Se você tem paciência para agüentar um cara que treme só de ouvir você dizer oi, vá em frente! Pode ser bom para o seu ego de mulé-gostos@ e, quem sabe, seu Mogli, o Menino Lobo, pode ser domesticado?
Pires
Profundo como esta louça, este homem te acrescenta tanto quanto a leitura diária da Revista Caras. Suas conversas não vão além do “Oi, tudo bem?” “Beleza, e contigo?” “Beleza”.
RISCO EMBUTIDO: atrofia cerebral por pouco uso da massa cinzenta.
PORQUE FAZER: devemos dar oportunidades a todo ser humano, afinal, já disse um amigo nosso que o que mostramos sobre nós mesmos no dia a dia é apenas a ponta do iceberg... (não procurem duplo sentido em nosso iceberg).
DEVO, ENTÃO? Se você tem vocação para professora, why not?
Amanhã, teremos mais três casos sortidos!
Por Desassistidas às 13:57:56 |
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Mitologia da Era Digital - 23/08/2006
Por Desassistidas às 17:02:12 |
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Da série Ícones Mitologia Grega - 22/08/2006

Você é luz, raio estrela e luar. O seu parceiro sabe disso e, numa noite de amor, eis que surge a proposta: me dê sua calcinha?
???????????
É, você ouviu bem: ele pediu sua calcinha. O que fazer então? Dar a calcinha? Dar um tapa? Dar de novo?
Dar nunca mais.
Imagine a cena: você deu sua calcinha, chega em casa às 4 da manhã, complemente descabelada, ao que, sua mãe, sempre zelosa, pergunta “minha filha, cadê sua calcinha?”. Ah, mãe, eu dei.
“Como assim, minha filha, o que você fez com sua calcinha?” Ah, a calcinha... sei lá...
Ainda restam alternativas:
_ Caiu mãe, na hora em que eu fui ao banheiro, acho que o elástico estava meio frouxo... quando eu vi, tava lá, boiando. Eu não ia catar né, mãe?
Ou ainda:
_ Acredita que ela tava tão frouxa que eu sentei e ela engalhou. Quando eu levantei senti um friozinho, fui ver, ela tava ali, no banco do bar? Fiquei sem jeito de voltar p/ pegar, tava todo mundo olhando.
_ Mãe, você nem imagina que eu tava dançando e de repente ela caiu, no meio da pista de dança?! Foi a maior vergonha, fui embora na hora.
Mas se você não deu a calcinha, deve estar se perguntando: “por que ele quer minha calcinha?”
a) Para sua coleção, você é um troféu. Logo você imagina o cara de roupão de matelassê bordô, tomando conhaque, com um charuto admirando sua parede com dezenas de calcinhas emolduradas, com suas espécies registradas.
b) Ele deseja uma recordação sua, uma forma de rememorar os momentos inesquecíveis que tiveram. Pouco provável
c) Ele quer usar. É... pode ser...
d) Ele achou linda e quer procurar um igual do tamanho dele. Bem provável.
e) Você ficou com o Wando. Analise bem, minha cara, veja de perto, quem sabe até sua identidade e CPF, talvez você esteja com um cantor pop e não saiba.
O que pode se esperar de um tipo desse?
Por Desassistidas às 08:21:52 |
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Homem: consuma com moderação - 21/08/2006
Sim, ela está de volta e desta vez, chegou de mala e cuia, avisando que não marcou a passagem de volta: nossa TPM! Também veio falando que andávamos muito boazinhas, deixando de lado o principal tema deste espaço: a falta de assistência de qualidade.
Refletindo sobre o assunto, chegamos a seguinte conclusão: sim, os homens são maravilhosos, sim, eles deixam nossas vidas mais divertidas. Mas existem alguns que parecem viver num estado permanente de preguiça. Não se esforçam, abusam de clichês e têm um comportamento que... sinceramente...
O que você vai ler durante essa semana é um aviso de utilidade pública baseado em nada. Nada mesmo, nadica, nothing, além de uma meia dúzia de bofes que nos forneceram material sui generis ao longo dos anos.
Não estamos dizendo que os espécimes catalogados nesta série devem ser banidos do seu cotidiano, mas que podem ser mantidos, desde que em doses moderadas e tendo parcimônia ao se envolver.
Por isso, dediquem-se ao estudo de nossa nova série:

Por Desassistidas às 12:59:24 |
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Quatro meses no ar! - 20/08/2006
Hoje estamos completando 4 meses de debates profundos acerca do universo desassistido!
Agradecemos primeiramente a todos aqueles que nos desassistiram até hoje: não fossem vocês, não teríamos inspiração para tantas crônicas!
Desassistidas agradecem aos visitantes do blog pela assistência contínua e irrestrita!
Participem da nossa comunidade no Orkut:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=12135922
Se vocês quiserem prestar assistência, aqui vai o perfil:
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=13878895341593562156
Obrigada a todos e preparem-se: estamos apenas começando!
Por Desassistidas às 14:40:35 |
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PAPIS DO MUNDO ENCANTADO!!! - 18/08/2006
Como na vida real, nossas princesas também têm seus pais, e nessa semana dedicada a eles, as desassistidas não poderiam deixar de analisar a vida de seus progenitores. Na maioria dos contos não existe a figura da mãe, mas a do pai sempre tem uma função fundamental!
Normalmente os problemas acontecem quando eles não estão mais presentes, como a Cinderela e a Branca de Neve, que passaram a ser "cuidadas" pelas madrastas, sofrendo muito a morte do pai.
Uma grande lição sobre o desrespeito perante nossos reis é o que acontece com a princesa Ariel, quando não escuta seu pai e se mete em uma tremenda enrascada. E lição maior nos dá o Rei Tritão, quando mesmo triste com a desobediência da filha, praticamente deu sua vida por ela.
Mas às vezes, proteção de mais também não é o melhor, e esse é um aviso para os pais. O pai da princesa Aurora, mais conhecida como a Bela Adormecida, a mandou para a floresta, com as fadas madrinha, onde não pode acompanhar seu crescimento, para que ela não sofresse a maldição da bruxa Malévola, e mesmo assim, o pior aconteceu.
E outro conselho é que escutar o filho pode ser bom, deixá-lo fazer o que tem vontade, mesmo que seja perigoso, é algo que não se deve proibir sempre, como na Bela e a Fera, onde a Bela, para salvar seu pai da Fera, foi até o castelo e lá encontrou a sua felicidade. Ou então a princesa Yasmim, que casou com o Aladim, e não com Jaffar, como seu pai desejava, por não saber o caráter péssimo do mesmo!
Mas uma coisa é certa, não importa onde estivermos, nossos reis sempre estarão olhando por nós, não é Rei Leão?
Por Desassistidas às 09:10:22 |
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Desassistidas no Ar! Edição 15/08 - 16/08/2006
RETIRADO
Por Desassistidas às 19:29:25 |
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Se o pai odiou é porque ficou ótimo - 15/08/2006
Roupas mínimas, irritação paterna máxima.
Durante sua vida de mulé moderna e descolada, Tha aprendeu três lições básicas:
- se ele não ligar, o mundo não acaba.
- beber em excesso provoca, além de dor de cabeça no dia seguinte, histórias constrangedoras contadas pelos amigos e protagonizadas por você.
- e, o mais importante: se você colocar uma roupa pra sair e seu pai odiar, pode apostar, você está ótima!
“Outro dia coloquei minha pequena minúscula saia com a aquela grande enorme bota e meu pai perguntou se era novo modelito de roupa para astronauta... Ele assim: ‘Ô, THA, antes do foguete ir pro espaço, pelo menos avisa que a mãe prepara um lanche pra você levar.’
Outro dia ele também disse que a minha roupa parecia coisa de traveco. Quem, eu? Papi, jeito traveco de ser é coisa da RO!
Ele pensa que me engana, pois fala em tom de brincadeira, mas sinto que, na verdade, ele tem é ciúme mesmo...
Como sou mulher vivida e versada na arte de enfrentar humores paternos, sempre respondo: ‘Papi, se você não gostou é porque está ótimo!’
Nessas horas, a gente se pergunta: pai entende de moda?
Porque sempre que aparece uma moda nova ele fica louco. Ok, tenho um pai fashion e não sabia...
Ele acha horríveis as calças de cintura baixa da minha irmã. Sim, deve ser terrível ver os bofes olhando pra caçulinha dele...”
Pais serão sempre pais. Dizem que eles agem assim porque lembram de como eram na fase pré-paternidade. E aí fica nossa dúvida: pai, você já desassistiu alguém?
Outros pais, como o da RO, por exemplo, ao se depararem com as vestes mínimas das filhas, apenas olham e dizem “Ééééé...” num tom que pode ser definido como um misto de tristeza e conformismo por esses tempos mundanos. Ele já se descobriu voto vencido na questão vestimenta e não adianta mais chiar. Dizem que tem saudade dos tempos em que ela ao menos usava um casaco pra disfarçar, era sinal de que ele tinha poder de veto...
Por Desassistidas às 15:02:49 |
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Sobre pais e bigodes - 14/08/2006
Dia 1, o nascimento. Ela chega com cara de joelho, com jeito de que não quer papo. Quem é esse cara me encarando? Sai fora mané, não te conheço. Ele tenta ser simpático, esconder o jeito desajeitado, mas não disfarça o encantamento com aquela coisinha embrulhada em diversas mantas. Ela cede um pouco. O tempo passa, ela descobre que ele existe apenas para atender seus caprichos. Ele a ensina a andar de bicicleta, a soltar pipa, a se sujar de lama e rir escondido da bronca que aquela outra mulher aplica nos dois. Ela cresce, nossa, como ela cresce! Cresce tanto que se torna uma adolescente. Ela continua cheia de vontades, mas agora descobre que ele não é assim, tão solícito. Dia 5210, o primeiro não. Ela pediu, certa de que o pedido era apenas formalidade. Mas ouviu algo estranho, um monossílabo agressivo, contundente: não. Não? Não. Incompreensível. Pergunta de novo. Ele responde com o que considera uma resposta, mas sabe, no fundo, é apenas o desespero gerado pela ausência de justificativas: porque não. Agora ela entende: pai, aquele que ensina a andar de bicicleta. Pai: o cara barbudo que diz não porque não.
Por Desassistidas às 13:00:10 |
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Papi - Esse adorável cromossomo y - 13/08/2006

Por Desassistidas às 10:53:51 |
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TOP MICOS - 11/08/2006
Quem nunca pagou um mico? Escorregou em público ou foi traído pela costura da roupa? Esta semana, Desassistidas relembrou alguns momentos constrangedores vividos pela redação noite afora. Relembramos grandes cenas, algumas cinematográficas até, passagens que proporcionaram aos envolvidos aquela 'deliciosa sensação' de querer cavar um buraco e enfiar a cabeça, mas que rendem gargalhadas até hoje.
Lamentavelmente, não temos registros fotográficos desses espetaculares momentos para deleitar nossos leitores, mas não vamos deixá-los na mão! Enumeraremos aqui os 10 melhores (ou piores, depende do ponto de vista) micos que chegaram até a redação:
10º - O cara que rasgou a calça no desfile de 7 de setembro.
9º - A amiga da amiga da redação que ficou tonta dançando o pau de fita e caiu. Caiu não, se esborrachou no chão!
8º - Quando uma das integrantes da redação passou mal e chamou Hugo e Raul na frente do seu assistente e ouviu dele:"Bah guria, mas tu gosta de arroz, hein?!"

7º - RO e o episódio do papel higiênico
6º - THA que adora conversar ao mesmo tempo com vários gatinhos no msn e que de vez em quando manda para A, a mensagem que era destinada a B.
5º - O trio "Eu não consigo" do Revellion 2006 na Praia do Rosa (prometemos detalhes da história mais adiante).
4º - A amiga da redação que viajou para encontrar um gatinho, enrolou o cara e acabou sendo pega no pulo ao ficar com o amigo dele (lamentável, senhores, lamentável).
3º - A história da menina que queria fazer uma entrada triunfal e acabou a noite como uma rã saltadora se espatifando na calçada.
2º - JANA (www.entretantas-eu.blogger.com.br) que, na balada, achou uma boa descer a escada de bunda.
1º - E o troféu Mico 2006 vai para FE, pois conseguiu reunir todos os bons elementos de um mico numa história só: alucinações, excesso de álcool, tombo e vestes rasgadas! A incrível história de FE com seu tombo de quatro sem ninguém por trás (episódio narrado no post "Episódio Real", dia 27/04/2006). Parabéns FE! Um carregamento de 1 tonelada de banana estará sendo entregue em sua casa ainda hoje!
Por Desassistidas às 11:11:39 |
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Mico não, King Kong – Parte 3 - 10/08/2006
Outra triste passagem vem direto da redação, onde, aliás, já virou um clássico, a famosa:
“HISTÓRIA DO PAPEL HIGIÊNICO”
Conta nossa redatora que no auge de seus 17 aninhos, vivendo o momento cor-de-rosa de seu primeiro namoro, fez uma super produção para sair com o namorado, numa espécie de ‘big opening’ da relação.
Salto alto, saia mínima, toda aquela coisa do jeito “Rogéria” de ser de nossa redatora, para impressionar o rapaz.
Para que papai não a impedisse de sair, um casaco cobria a produção (tarefa não muito difícil devido às dimensões do traje). No carro, ao tirar o casaco, a comoção do bofe transparecia no olhar. Apesar dos seus minguados 17 anos, nossa redatora se sentiu superfêmea-madura-arrasa-bofe.
Foram então jantar, ela se sentindo, disse ‘um segundo, baby, vou ao toalete, retocar o batom’ (nos anos 90, o uso do gloss não era tão difundido quanto hoje).
Foi lá, vencedora, podeeeendo no seu salto 10, em cima do qual ela mal sabia andar, diga-se de passagem.
Quando já estava de saída na porta, num andar firme, ostentando, porém, um ar blasé, a realidade bateu a porta: “ô moça, tem papel higiênico grudado no seu salto”. Era mico mandando lembrança...
E assim terminou a carreira de mulé-poderosa-se-sentindo de nossa redatora: com uma tripa de 70cm de papel higiênico, usado por Deus lá sabe quem, colada no salto.
Por Desassistidas às 13:58:17 |
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Mico no Mundo Encantado - 09/08/2006
Era uma vez, numa noite de sexta feira (dessas que todo mundo sai pra se divertir), Aladim, sua princesa Yasmim e a Bela Adormecida...
PÁRA TUDO!
Bela Adormecida e Aladim juntos? Que suruba é essa?
Elementar cara leitora, na nossa história, Bela Adormecida e Aladim coexistem num universo encantado onde tudo é possível: o maravilhoso mundo das baladas. Nele, é muito fácil encontrar a Bela Adormecida: ela se manifesta todas as vezes que se excede a quantidade humanamente aceitável de álcool no sangue, de tal forma que o corpo da esponja, quer dizer, da pessoa não suporta o próprio peso! E como na nossa história a Bela Adormecida foi ao baile de carona com uma amiga, sem avisar ao príncipe que ia passar num esquenta antes, o dito cujo chegou atrasado pro resgate. Quem salvou nossa Bela foi um outro príncipe... EMPRESTADO!!!
É que sabe, né? Amiga é pra essas coisas...
Bela Adormecida comemorava seu aniversário naquela sexta-feira e a alegria era tanta que não percebeu a quantidade de hi-fi’s que havia tomado, caindo nas garras do malvado Hugo e seu ajudante Raul.
Mas, para sua sorte, ela era amiga da amiga da princesa Yasmim e como uma mão lava a outra, eis que, atendendo ao pedido de sua princesa Yasmim, Aladim se dirige ao encontro de Bela Adormecida e a toma em seus braços, salvando-a do terrível calabouço azulejado e de seus algozes que tentavam acordá-la de seu sono profundo, onde em pequenos intervalos clamava por seu príncipe e um telefone celular para enviar mensagens ao bofe.
Apesar de resistir ao resgate num primeiro momento, graças a um lapso de visão e muita imaginação, Bela Adormecida vê em Aladim a figura de seu príncipe, o Anjo Alado e abraça seu herói emprestado. As tentativas de explicação do equívoco, porém, foram inúteis: ela novamente adormeceu e no dia seguinte restaram na cabeça somente a dor e algumas histórias mal explicadas.
Por Desassistidas às 15:45:48 |
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Mico não, KING KONG! - 08/08/2006
Na sua vida de mulher descolada e independente o inesperado faz suas aparições vez em quando para lhe colocar no devido lugar: reles mortal suscetível a todo e qualquer vexame.
Dia desses, uma amiga da redação nos contou uma triste história (triste aqui, entre nós, não foi não. Na verdade, a gente riu muito).
"Tinha combinado uma baladinha no novo point da cidade. Éramos praticamente crianças em loja de doce, pois minha amiga havia acabado o namoro longuíssimo há poucos meses e estava retomando a vida de solteira. O retorno deveria ser triunfal, fantástico, enfim, tudo aquilo que a gente sonha numa balada basiquinha. Saindo do carro, já nos sentíamos poderosas: cantadas daqui, buzinadas ali. Era o céu! Foi quando minha amiga disse a frase que lançou sobre aquela noite a maldição King Kong: 'Colega, vamos fazer uma entrada triunfal!'
Sim, faremos, pensei, empinando meu tomara que caia. Nós só não contávamos que meu anjo da guarda tivesse reservado aquele dia pra tirar onda com a minha cara! No momento em que nossos pezinhos 36 pisaram na entrada do tal lugar, meu corpo resolveu desafiar a gravidade e eu simplesmente me esborrachei na frente de todos: saltei como uma rã, de pernas e braços abertos para encontrar abrigo no concreto nada quentinho da calçada. Lamentável”.
Mas o que fazer diante de uma situação dessas? Sorrir, minha cara e rir antes que os outros o façam. Ou seja: não dê mole para Kojac!
E amanhã, descubra que nem as princesas dos contos de fadas estão a salvo do vexame no caso verídico: Mico no Mundo Encantado.

Por Desassistidas às 10:29:47 |
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IMAGEM DA SEMANA - 04/08/2006
RETIRADO
Por Desassistidas às 09:09:00 |
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DÚVIDA CRUEL – você pergunta, nós respondemos. - 03/08/2006
Nossa leitora questionou se estava desassistida ao ouvir a seguinte pérola:
“Posso te chamar de oh, my darling?”
São tantos os pontos a destacar nesse caso surpreendente de desassistência que uma das redatoras teve uma convulsão e saiu carregada, dizendo apenas “brega, falem do brega...”
Pois então, cara leitora, nosso ouvidos não possuem um filtro especial para bloquear certas bobagens que os bofes disparam, mas, mesmo assim, não são penico.
Por isso, cada tentativa de aproximação esdrúxula que recebemos deve ser combatida, para que o indíviduo aprenda a prestar assistência com qualidade e outra colega não sofra com atentados a inteligência.
Então, vamos analisar ponto por ponto e destrinchar os significados ocultos, quiçá mensagens subliminares, contidas na, digamos, original frase: “Posso te chamar de oh, my darling?”
Logo no começo, nos deparamos com três pontos básicos:
1. Cafonice: oh, my darling é algo que você espera ouvir daquele seu cabeleireiro descolado, num tom de chacota. Algo do tipo: “oh, my darling, onde você pensa que vai com essas pontas duplas?” Agora, numa tentativa de sedução, soa cafonérrimo, estilo oooo, my looove, my darling... Sem mais declarações acerca.
2. Burrice: perceba a falta de intimidade da criatura com o inglês. Quem você ouve no dia-a-dia chamar seu chuchuzinho de oh, minha querida? Quem? Quem? Isso mesmo, ninguém. A não ser é claro, o seu cabeleireiro: “oh, minha querida, já não disse que louro acinzentado cai melhor em você?”
3. Indecisão/ covardia: ele quer te agradar. Mas ele QUER te agradar, entende? Ele não vai tentar aqui e ali. Ele vai logo ao ponto, então, antes de correr o risco de te chamar de “meu iaiá meu ioiô” e receber de você um olhar cubo de gelo, já pergunta logo: “ô dona, vai querer que fritas acompanhem?” Para que arriscar, não é mesmo? Muito previsível, filhinho. Se bem que essa submissão não é de todo uma característica ruim...
Resumindo, querida, ele é um mané. Já publicamos anteriormente um alerta sobre o perigo de contrair mané, que, apesar de inofensivo, deixa você dias na cama (não no bom sentido) e com a aquela detestável sensação de tempo perdido. Seja porque quer te agradar a ponto de anular a própria personalidade, seja porque é um daqueles conquistadores baratos que gostam de encurtar o caminho se fazendo submissos, o cara deu atestado. Próximo!
E sim, você está desassistida.
DICA ÚTIL: querido, quer agradar? Mas QUER AGRADAR mesmo? Use um vocativo carinhoso para abordar a fêmea detentora de seu afeto. Algo que só vocês sabem o porquê, como um código do casal. Simples e eficaz, como passar duas camadas de rímel para dar volume nos cílios. E, por favor, fale, não interrogue, não peça autorização. Se ela não gostar, você vai saber. Use o bom senso, ele não falha e costuma ser muito prestativo e solícito.
Por Desassistidas às 08:49:44 |
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PÉROLAS DO CANCIONEIRO MASCULINO - 30/07/2006
- Coisas estúpidas que você teve de ouvir em troca de alguma diversão -
Imagine aquela noite: você conquistou o cara mais gatinho do pedaço...vocês se beijam, o clima esquenta (sendo menos hipócrita, melhora). Você pensa: “que homem, que sorte! Tenho de me segurar, ele está me enlouquecendo!” À essa altura, você nota: ele também está a mil. Na sua cabeça passam tantas coisas e você já começa a torcer por algum sinal sobre o que fazer. Das coisas que sua cabeça processa você só não espera que ele fale, porque, bem, você sabe, homens não têm o dom da palavra em certos momentos cruciais. Naquele clima de “loucura e perdição”, quando já está convencida de que é uma menina má e vai para o inferno, eis a deixa: ele resolve falar. Ah, se os homens soubessem que em boca fechada não entra mosca...
Vem, então, a bomba, aquelas palavras mágicas bem colocadas, sem trocadilho infame, (aliás, seria bomba ou brocha?):
_ Deixa eu enfiar?
Essa expressão de um desejo incontrolável através de um romantismo troglodita dispensa comentários.
Mas pode ser pior. Você já está cometendo a loucura de desperdiçar seu tempo com um mané de marca maior. Ele pensa que você é tudo (mas você está no básico do básico) e solta:
_ É a primeira vez que eu vou pra cama com uma mulher de verdade!
E você completa, mentalmente, “e não com uma boneca inflável!”. Ora, vamos! Próximo!
Um tipo que não pode ser ignorado é o 100% testosterona, ou em suas próprias palavras, o “macho pra caralho”. O triste é você tirar sarro da cara dele a noite toda e ele acreditar que você está delirando com um tipo tão másculo, um homem “de verdade”. Dentro dessa categoria, ou seria “falta de”?, está o rei supremo, líder de toda a babaquice existencial do cromossomo y: o erótico, do tipo “um tapinha não dói”.
Ele aprendeu em algum dos filmes pornô que formaram a sólida base de sua educação sexual que palavras tórridas e tapinhas nas nádegas são tudo o que uma mulher deseja. Por favor, somos mais complexas que isso!
Para fechar o bloco, o hábito masculino - da época das cavernas, pode acreditar - de provar a masculinidade. Seja urinando em qualquer moita, como quem diz “morra de inveja! Só eu posso usar o mesmo banheiro que o Rex!”, ou em um clássico: o arroto. Geralmente praticado após as refeições, uma variação do uso é muito registrada em momentos de desespero, após ele passar a noite toda cantando você, que obviamente não deu bola por perceber o tipo. Ele, então, num gesto derradeiro, prova para você, fêmea, que ele é muito macho, cromossomo Y até debaixo d’água, que no meio daquelas pernas há uma bolsa escrotal: “BURP!”.
Que civilizado, que lindo! Devo conter as lágrimas ou o meu corpo que quer se jogar sobre esse maravilhoso espécime da raça humana? Fica a pergunta: o que há dentro da cabeça de uma criatura dessa???
Realmente, não há condições.
Pare o bonde que eu quero descer!
Mas é o que está disponível no mercado, acredite se quiser...
Bem, como dizia minha amiga: “homem perfeito é o homem cheirado, domesticado e sexualmente falado”.
Não vale a pena ser promíscua. Para praticar um sexo insignificante com um homem cuja performance não vai além da auto-satisfação, que muito provavelmente sofre de ejaculação precoce e ainda vai lhe chamar de galinha, sinceramente, prefira ficar em casa assistindo reality shows. Sério, é melhor dispensar esses cinco minutos constrangedores na sua vida.
O maior problema no relacionamento entre homens e mulheres é que quando um homem tem um desempenho vamos dizer, satisfatório, ele não acredita na capacidade e vai logo pelo caminho óbvio de duvidar da idoneidade do testemunho de sua parceira e do seu caráter, chamando-a de galinha. Acho que é uma questão de auto-estima. E também de senso crítico: ele não é galinha também, ambos não cometem o ato de perdição juntos?
Ah, esqueci, homem galinha é legal...
Por Desassistidas às 15:53:44 |
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Novidade... - 27/07/2006
Olá amiga Desassistida,
Se tiver a fim de saber algo sobre Futebol, visitem a nossa coluna sobre este esporte milenar no seguinte endereço: www.mcnish.com.br
Publicamos um guia chamado: Tiazinha do Banheiro Ensina: Futebol para Iniciantes
Abraços, FE-RO-THA!
Por Desassistidas às 11:49:22 |
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Era uma vez... - 26/07/2006
Era uma vez uma jovem princesa que passava os dias a sonhar, no alto de sua torre de cristal.
Imaginava que, um dia, um príncipe viria resgatá-la do tédio, da solidão e da programação da TV aberta.
Uma vez por semana, a jovem princesa botava seu rosto para fora da janela na esperança de avistar seu príncipe chegando no cavalo branco e assim, salvá-la. Era quando vestia seu lindo tubinho preto com fenda na coxa, calçava o salto alto e ia à casa noturna mais badalada do vilarejo.
Mesmo sabendo que bastava pegar o elevador para descer da torre, ela preferia ficar lá, sonhando com o feliz dia que seus pedidos seriam atendidos e tudo seria perfeito. Perfeito como o príncipe de seus sonhos: másculo, inteligente, sensível, perspicaz, dono de um enooooorme caráter (já pensou bobagem...), extremamente apaixonado e por conta disso, capaz dos atos mais ousados para conquistar seu coração, como escalar a torre de cristal e encarar os dragões que viviam embaixo da cama da princesa.
Num desses dias em que botava seu delicado rostinho para fora da janela, a princesa viu-se no meio de um sonho, porém, estava acordada: finalmente seu príncipe virou realidade. Tinha todas as qualidades que sonhava e ainda alguns extras: gostava dos mesmos livros que ela, adorava cinema e dançava junto a noite toda. Diante de um quadro tão perfeito, ela não conseguia enxergar algumas pinceladas equivocadas, como as citações de autores trocados ou o apego excessivo do príncipe por si mesmo.
Ela vivia seu momento, o momento em que encontrara a perfeição. Nada de homens com defeitos, com incompatibilidades, seu príncipe era perfeito, como ela merecia...
Num belo dia, enquanto passeavam em seu cavalo branco pelas avenidas de uma grande cidade, veio o primeiro encontro com a realidade. Conversavam sobre vestes: preferências, atitudes. Sim, roupa é atitude!, concordaram juntos, quase em uníssono. Mas os ouvidos delicados da princesa, acostumados a Jacks, Roberts e Chicos, sentiram-se agredidos com a informação que receberam logo após: gostaria de usar sarongue. Ok, pensou com seu botões a princesa, ele é um homem moderno, descolado, nada demais, siga em frente e finja naturalidade. Mas foi por essa pequena fissura que a princesa começou a finalmente enxergar o que havia atrás de tamanha perfeição.
A declaração serviu como uma catota extraída em público: quebrou a imagem imaculada daquela criatura. O tempo passou e a princesa se sentia incomodada com algo na relação, um incômodo parecido com uma roupa íntima atochada: só ela percebia, mas não iria desentalar a dita cuja em publico. Não ela, nossa delicada princesa.
Cada dia percebia mais e mais que o verniz cultural do príncipe na verdade era um óleozinho de peroba: não passava da superfície. Achava que Ella Fitzgerald era escritora e Tom Petty, ator. Chamava impressionista qualquer pintor cujas telas eram desfocadas. E mesmo assim, a princesa insistia naquele traste, quer dizer, príncipe.
E como toda trajetória equivocada precisa de correção, partiu do próprio príncipe o acerto.
Ele subiu no seu pangaré, juntou seu sarongue e deixou apenas um bilhete para a princesa com os dizeres: “Princesa, pulsa em mim o sentimento de que não devemos mais prosseguir. Sinto muito, mas a saudade e a distância são os algozes do amor”. Que bela bosta, disse a princesa ao ler o bilhete, além de biba e burro, é cafona!
MORAL DA HISTÓRIA: perfeição só existe na ficção, ou seja, o cara perfeito é na verdade uma encenação para agradar. Melhor mesmo é o sapo, com suas verrugas, suas honestas verrugas e seu gosto esdrúxulo por moscas. E mais, ficar na torre de cristal, esperando a sua vez chegar é coisa de mulherzinha, vá a luta, minha filha! Não se esqueça: defenda seu território, mas não urine nele, por favor.
Por Desassistidas às 16:19:29 |
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MUNDO ENCANTADO: NA VISÃO DAS DESASSISTIDAS - 24/07/2006
Ariel, a Pequena Sereia!
Realmente, eita cabecinha pequena!
Quem gosta da gente tem que gostar como a gente é!
Mas de repente esta é a princesa mais real de todas. É aquela que abandona o seu mundo pelo grande amor. Ela diz, vá atrás do homem da sua vida e esqueça que você tem família, amigos e valores. Esqueça que você gosta de dançar e vá curtir as bebedeiras sentadas no bar. Esqueça que você tem um grupo de amigas e vá ser amiga das namoradas dos amigos dele. Esqueça que você gosta de comédias românticas e vá se acostumando a ver filmes de terror. Esqueça que você gosta de mini-saia e top, afinal, nada melhor que calça e blusa gola alta? Desista de pegar sol na praia olhando o mar, afinal, temperar salada e varrer a casa é muito mais produtivo. Apague da sua agenda o número do cabeleireiro, afinal você não tem mais vida social...
Por favor, não deixem de ser sereias e terem o oceano inteiro, para viverem apenas no "mundinho" deles, pois senão o único motivo que tirará você de casa é o encontro com a PSICÓLOGA!
MENINAS... CONTO DE FADA É SÓ NO DESENHO...PREFIRAM OS SAPOS, JÁ QUE NÃO TEMOS ESCOLHA!

Por Desassistidas às 16:11:12 |
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DESAFIOS DA BALADA - 21/07/2006
RETIRADO.
Por Desassistidas às 13:26:37 |
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REDATORA CONVIDADA - 20/07/2006
SOBRE PERDER O EMPREGO
(OU O NAMORADO, TANTO FAZ)
Perder o emprego é algo assim tipo...perder o namorado. Mas a comparação só funciona se ambos despertam em você os mesmos sentimentos. Só dá de comparar empregos de saldo positivo com namorados idem. Se o emprego em questão era legal, te fazia feliz e te proporcionava chances de crescimento a comparação com um namorado traste, que só dava dor de cabeça e te aporrinhava o tempo todo não serve. Positivo com positivo e negativo com negativo (o contrário das leis da Física, para os mais científicos), entendido?
Você não sabe medir precisamente há quanto tempo as coisas não estavam lá aquela maravilha. Mas lembra direitinho do dia, local, hora e o que estava vestindo quando a bomba explodiu. Tudo começa com um "Precisamos conversar". Você vai, meio receosa, ouvir o que parece ser importante, pois o tom introdutório da conversa – precedido de um pigarrear para limpar a garganta e dar coragem - foi solene, carrancudo até, coisa que não é usual no chefe quando se trata de amenidades. Então o chão desaba. "Tivemos cortes na empresa, e não conseguimos evitar sua demissão. Lamento muito."
(pausa para o choque, seguido da sensação de que o mundo parou – pelo menos você não consegue emitir reação nos minutos seguintes - enquanto tenta absorver o impacto mais que refrescante – congelante serve?).
A primeira e mais comum reação, de acordo com pesquisas realizadas por agências de emprego, conicidem com as pesquisas de grupos de psicólogos especializados em terapia de casais: em pânico, a garota atingida por essa notícia – só alguns poucos marmanjos confessaram tal prática - deixa escapar lágrimas, que variam em quantidade de pessoa para pessoa. Vai desde umas furtivas gotinhas de canto de olho até o berreiro desesperado e incontido. Por isso é que, já prevendo a cena, o chefe escolhe um lugar mais recolhido para anunciar o fato, vezes porque não quer expôr a já ex-funcionária, vezes porque não quer explicar a quem passa os motivos que deixaram a pobre moça naquele estado, pois oras, tenho mais o que fazer do que ficar dando satisfações sobre as ordens da empresa.
A demissão se compara a um "está tudo acabado entre nós", sem chance de ser entendido como "vamos dar um tempo". Dar um tempo, para as mais esperançadas – ou iludidas mesmo, vamos combinar – significa que ainda há uma luz no fim do túnel, o que não acontece quando você está demitida, abraço-bênção-e-boa-sorte-lá-fora.
Há outras semelhanças: quando você perde o namorado, fica no emprego pensando nele o tempo todo, sem conseguir trabalhar. Estar recentemente desempregada faz com que o tempo dividido com o namorado seja dedicado a odes em homenagem ao trabalho que só você exercia com aquele capricho peculiar e xingamentos eternos – que já eram feitos antes, é melhor confessar – aos desafetos ex-colegas.
Então aí está. Todo um novo mundo se abre a seus pés. Tudo o que você mais temia aconteceu. A segurança, a estabilidade (financeira ou emocional, e muitas vezes as duas juntas) se foram. E agora?
Agora vamos respirar aqueles cheiros que a gente não reparava mais. Assistir às cores que já tinham sido deletadas da memória por falta de hábito. Ficar em casa tomando aquele chá reconfortante embaixo das cobertas, vendo sessão da tarde, Dormir de madrugada e acordar ao meio dia (mas só na primeira semana, vai).
Tudo bem, eu sei que esse tipo de situação deixa qualquer um mais sensível. Sei que naquele dia em que teve de esperar a ligação ser completada e ouviu a música da secretária eletrônica - que era executada em dois acordes somente, e todos os instrumentos se resumiram a um "tim-tim" meio desafinado -, você sentiu a alma, ainda e exatamente por estar estraçalhada, voar com aquela obra de arte. Peraí, arte?!?!?! Também não vamos descer tão baixo!
Mas é assim mesmo. Como você está à procura – e as contas do fim do mês estão vencendo – é natural que você se sinta mais próxima de você mesma, em contato direto com seu eu mais profundo. Éééé, todos esses anos em que você empurrou com a barriga voltam para cobrar um posicionamento, e você vai ter que encará-lo agora para tentar dar um outro rumo a sua vida, rever conceitos, retomar critérios que havia abandonado mas ficaram guardados ali, esperando você olhar de novo para eles.
Claro que tem a recaída. Ou recaídas. Você ainda sonha com aquela função que você adorava, tanto acordada quanto dormindo. Suspira lembrando do salário. Chora escondida às vezes, principalmente quando bebe. Mas com o tempo, vai começando a entender que sim, acabou. Seu chefe provavelmente não vai pedir pra você voltar, ainda que só tenha lhe dado o devido valor depois de você ter sumido.
Arranjar emprego é tão difícil quanto encontrar um namorado. Arranjar um bom emprego é tão complicado quanto encontrar um bom namorado. No apuro se aceita qualquer um, e depois se passa o resto do tempo em que fizemos a maldita escolha reclamando da maldita escolha.
Texto de: C, jornalista que faz textos, fotos, diagramação de folderes, jornais e revistas e que mesmo assim está desempregada, alguém tem uma vaga sobrando aí???
Por Desassistidas às 09:07:24 |
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DESASSISTIDAS TAMBÉM TEM ORKUT - 19/07/2006
Você sabia que Desassistidas está no Orkut? Não? Como não? Mil chibatadas em você, agora!
Para se redimir, entre na comunidade e responda ao tópico:
TEM QUE RIR PRA NÃO CHORAR: FRASES BROXANTES...
Ela era uma jovem alegre e queria apenas diversão na balada. Foi quando passou por aquele carinha que estava olhando há horas e o sujeito soltou a brochada: “ATÉ QUE VOCÊ É MEIO BONITINHA!”
Essa foi uma das Top Piores cantadas que as Desassistidas já receberam.
E A SUA, QUAL FOI?
PREMIO: O relato mais dramático alcançará a imortalidade em uma crônica que será publicada no próximo mês aqui no blog das Desassistidas.
Os meninos também estão convidados a participar.
Comunidade: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=12135922
Perfil: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=13878895341593562156
Abraços, FE-RO-THA.
Por Desassistidas às 08:58:19 |
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Debutando... - 15/07/2006
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